Ser mãe é viver com medo; medo da morte, da doença, da perda, de acidentes, de estranhos ou do Homem, ou, simplesmente, das pequenas coisas de todos os dias que conseguem magoar imenso: o olhar de impaciência, uma palavra de irritação, a história não contada à hora de deitar, o beijo não dado, o momento terrível em que uma mãe deixa de ser o centro do universo da filha/o e se converte em mais um satélite na órbita de um sol menos importante.
Talvez me preocupe demais.
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